Jurandir Freire Costa emprega a qualificação “identidade psicológica” para se referir a um predicado universal e genérico definidor por excelência do humano em contraposição a apenas um atributo do eu ou de algum eu como é a identidade social, étnica ou religiosa, por exemplo. Habermas refere-se a “identidade do eu” que se constitui com base na “identidade natural” e na “identidade de papel” a partir da integração dessas através da igualdade com os outros e da diferença em relação aos outros. Com base no pressuposto inter-relacional entre as instâncias individual e social, a expressão “identidade social” busca dar conta dessa articulação.
“ (...)em um mundo em crise como o nosso, se você não se identificar com alguma causa, que for, você age somente em função de si mesmo. E desse tipo de gente o mundo está cheio. Acho então que o ‘novo’ não é abdicar da auto-imagem, e sim, adotar a identidade de um grupo, ou de uma causa social, é adotar uma identidade compartilhada.”
(Achei aqui )
As identidades são produzidas pelas narrativas históricas que as descrevem. O homem sempre se intensificou numa busca constante para explicar a sua existência, para isso, utilizou vários argumentos que foram sendo estabelecidos ao longo do tempo como critérios de verdade. Assim, o período moderno foi sendo edificado, sobre bases de racionalidade no qual o homem seria capaz de obter a sua felicidade a partir de seu próprio intelecto que seria fundamental para o seu progresso. Neste contexto, a identidade como significante seria o conhecimento sobre uma coisa ou a pessoa (individuo) como inerente a ele. Se alguém possui algo que o constitua como próprio, é preciso que se tenha características atribuídas ao mesmo, a fim de lhe dar significação, para tanto faz-se ainda necessário que se tenha um modelo para determiná-lo como tal.
Eu:
Espelho, sapato, cabelo, roupa, maquiagem.
Comida, filme, homem (6 +), cachorro(1+).
Livro, cd, travesseiro(3).







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