Segunda-feira, Novembro 23, 2009

ND 2




Leitura por Marcelo Evelin, de trecho do livro do Giorgio Agamben.
O que é o contemporâneo? e outros ensaios.


Colocações.

Sendo mais direto é o que está no momento, o que absolutamente não adere e a todo tempo traz uma ordem diferente.
Ser contemporâneo não é um estigma.
O estigma é visão míope, nada ou pouco dialoga.

O que é o escuro do Agamben?
Como é isso?
Olhar para o escuro é não ter medo ou desistir, então é ter coragem.
As ocupações pensadas são totalmente ligadas. Posicionamento estético e político.
É fácil pegar um modelo pronto e repetí-lo sem acrescentar vivências e demandas.
Fazer diferente traz responsabilidade.
O pensamento mexe nas idéias, como algo que vai além do histórico. Podemos nos beneficiar de tal situação, tendo a oportunidade de subverter a convenção e criar caminhos de mão dupla, tripla..., uma terceira via...

Partilhar é juntar um pouco de um; pouco de outro e ter sempre um pouco mais.
Tenho uma maça e você outra.
Trocamos nossas maças.
Você fica com uma maça e eu com outra.

Tenho uma idéia e você outra.
Trocamos nossas idéias.
Você fica com duas idéias e eu também.


Definir torna-se perigoso.
Um processo criativo serve de metáfora para isso. Perceber quando algo precisa do começo e sua abertura para admitir o que perifericamente está desconhecido, seja visto e analisado como este escuro do Agamben, onde segundo ele a luz existe e está sempre em movimento de aproximação.

Imersão.
Convívio num lugar que você não conhece; sem saber muito o que irá acontecer, dissolvendo constantemente esse convívio.
Agregar informações em eixos para serem alternativas em prol do funcionamento e na prática identificar como o planejamento já surge interdisciplinar.

Corpo hi-tech. Pessoax. Linux.
A essência do que é arte é a produção do estranhamento.

marber r.

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