> Metáfora maior: o fazer artístico em si. Insistência, resistência, não ter condições ideais, não ganha prêmio... resistir até o limite. Não acaba nunca. Insistência e transformação para sobreviver.
> É um protesto silencioso, uma atitude de resistência no meio de tanta passividade. As baratas que resistem até a uma bomba atômica.
> É sobre divisão de tarefas e responsabilidades, como o nosso funcionamento. É saber a hora de passar o bastão e saber segurar a corrida quando ele está com você.
> É sobre estarmos “na rua”, perder um abrigo e começar a olhar a cidade com outros olhos, criando novos significados espaciais. É deixar essa Teresina nos acolher de outra forma.
> Continuidade do trabalho: correr e mudar de lugar
> É sobre pensar e fazer o que é POSSÍVEL. E o possível muda a cada esquina.
> É uma audição: estar sempre sendo avaliado, testado, julgado. O artista vive o tempo todo de audição em audição, disfarçadas ou não. Somos, antes de tudo, um número. CPF, RG, senha... Vestir isso e dar uma outra leitura.
> É micropolítica. Fazendo trabalho de formiguinha, incitando a percepção e não impondo. Trabalhando no percurso e não na chegada.
> Discutir no corpo um contexto político.
> Correr é liberdade, liberdade como meio e finalidade para o desenvolvimento. Desenvolvimento que é urgente
> A gente corre pra chegar aonde? Tudo é rápido, mais rápido do que o corpo pode acompanhar.
Janaína Lobo
+ sobre o colaboratório > teresina
Fotos publicadas por CENTRO RURAL DE ARTE
3 horas atrás






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