Terça-feira, Março 23, 2010

Eu Quem?

Jurandir Freire Costa emprega a qualificação “identidade psicológica” para se referir a um predicado universal e genérico definidor por excelência do humano em contraposição a apenas um atributo do eu ou de algum eu como é a identidade social, étnica ou religiosa, por exemplo. Habermas refere-se a “identidade do eu” que se constitui com base na “identidade natural” e na “identidade de papel” a partir da integração dessas através da igualdade com os outros e da diferença em relação aos outros. Com base no pressuposto inter-relacional entre as instâncias individual e social, a expressão “identidade social” busca dar conta dessa articulação.

(...)em um mundo em crise como o nosso, se você não se identificar com alguma causa, que for, você age somente em função de si mesmo. E desse tipo de gente o mundo está cheio. Acho então que o ‘novo’ não é abdicar da auto-imagem, e sim, adotar a identidade de um grupo, ou de uma causa social, é adotar uma identidade compartilhada.”

(Achei aqui )

As identidades são produzidas pelas narrativas históricas que as descrevem. O homem sempre se intensificou numa busca constante para explicar a sua existência, para isso, utilizou vários argumentos que foram sendo estabelecidos ao longo do tempo como critérios de verdade. Assim, o período moderno foi sendo edificado, sobre bases de racionalidade no qual o homem seria capaz de obter a sua felicidade a partir de seu próprio intelecto que seria fundamental para o seu progresso. Neste contexto, a identidade como significante seria o conhecimento sobre uma coisa ou a pessoa (individuo) como inerente a ele. Se alguém possui algo que o constitua como próprio, é preciso que se tenha características atribuídas ao mesmo, a fim de lhe dar significação, para tanto faz-se ainda necessário que se tenha um modelo para determiná-lo como tal.


Eu:

Espelho, sapato, cabelo, roupa, maquiagem.

Comida, filme, homem (6 +), cachorro(1+).

Livro, cd, travesseiro(3).

Dani S.

Quarta-feira, Março 10, 2010

70 milion by hold your horses

70 Million by Hold Your Horses ! from L'Ogre on Vimeo.

A valsa sob a tempestade.

A valsa sob a tempestade.

Desafiar-se na produção da dança contemporânea no Piauí é andar a pequenos passos em uma corda bamba. À mão, a parcela de incentivo financeiro, estatal ou privado - representado por um guarda-chuva. Sob sapatos entupidas de dois pés, um cordão velho a ponto de se romper - que ilustra falta de mercado e uma infinidade de razões que incitam o artista a abandonar a atividade. Pelos lados, as mais diferentes rajadas de vento, em forma da ausência de crítica especializada, turbilhão da cultura de massa e o regionalismo assombrado pela reprodutibilidade técnica do velho Walter, que ainda assusta.

Deslizar palavras pra entender o contexto em que se insere o Núcleo do Dirceu, que em 2006 cravou o estandarte da dança contemporânea na personalidade de Teresina e do Piauí, é lembrar-se de frase de João Pereira Coutinho. Em 2008, em São Paulo, ouvi o jornalista português falar sobre a quase impossibilidade de produzir cultura em ambientes e sociedades de crise total. Salvando as aspas e realocando o discurso, provar que a dança pode ser um interlocutor do pensamento e do espírito humano é, na capital piauiense, “patinar sobre o gelo fino”.

O primeiro ponto que expõe a fragilidade da camada que suporta as intenções do Núcleo do Dirceu vem do fator não-comercial. O coletivo de artistas que utiliza várias plataformas midiáticas para chegar ao corpo veículo final, tenta exorcizar da dança, a maldição de Walter Benjamin. Eles tentam pregar contra a cópia – não de uma obra, mas de características – do que resumem um estereotipo de cultura piauiense. Eleva-se a qualidade, caí o potencial de venda. Mas por quê?

Porque cultura no Piauí é atraída por uma draga institucional e coberta pela crosta da “tradição”. O tal dragão de sete cabeças da reprodutibilidade técnica engole o cavaleiro quando a exposição de um modo de pensar através da arte deixa de ser, essencialmente, do indivíduo, para se tornar tradicional. Se na veia da cultura corre o sangue do sentimento, e a cultura do Piauí é sua tradição, todos os piauienses podem encontrar suas emoções engarrafas com cajuína e moldadas com imagens santeiras em uma Central de Artesanato?


Once upon a time we needed a fix...

Minha impressão é que a sociedade piauiense diz não. Ao menos a urbana, de Teresina. A exemplo, fora do mundo da dança, aparece o tropical Torquato Neto. Ícone de subversão na Tropicália, e artista multifacetado que se consagrou justamente por ter um traço absurdamente pessoal em suas obras, foi vítima a necrofilia da arte. Que o transformou em nome de batismo para centros universitários, salas de apresentação de teatro e série de outros institucionais. Mas o resultado de um trabalho de pesquisa que eu realizei em 2008, “Torquato Neto: Sob Mitos e Hipóteses” me indicou que sua obra ainda é totalmente desconhecida pela população da cidade. A presença com pensamento vivo é essencialmente alegórica, restrita a acadêmicos e pesquisadores.

Para a institucionalização do resultado produção cultural, o Núcleo do Dirceu diz não. Não por recusar signos que existem antes dele e da vida de seus integrantes. Mas por escancarar o processo de criação do trabalho a influências de todos os meios e direções.

Acompanhando o destilar do pensador francês Lipovetsky, que denota os zilhões de referenciais de cada ser humano como necessários de reconhecimento. Não por serem bons, ou por serem maus, mas simplesmente por serem intrínsecos.

Caminhando paralelamente, a nossa realidade possui o Youtube, e a possibilidade de todos serem jornalistas. Também mash-ups, e a possibilidades de todos serem músicos. E entre inúmeros outros exemplos, os blogs, e a possibilidade de todos serem escritores, poetas, cronistas. Eles nos mostram que os antigos formadores de opiniões, hall em que artistas estão inclusos, devem possuir hoje um papel que tem mais contornos de mediadores e não de detentores do conhecimento – se almejarem um valor de contemporaneidade.

O Núcleo do Dirceu, que há quatro anos nasceu em se instala no bairro periférico homônimo que é casa de 250 mil teresinenses, trabalha com a dança – também o produto artístico com menos apelo de produto, uma vez que é muitas vezes reconhecido por ser instintivo – e com o corpo interlocutor. A força e a labuta são para mostrar que o corpo pode oferecer não apenas movimentos. Mas levar uma mensagem filosófica, uma mensagem musical, uma mensagem cinematográfica, uma mensagem plástica, uma mensagem política. Um convite ao raciocínio.

Por eles, a valsa sob a tempestade já foi dançada sob as pancadas de falta de reconhecimento. Não ao artístico, uma vez que o trabalho recolhe bons comentários e aceitação nas apresentações por todo o Brasil e mundo – mais de 15, só em 2009. Mas ausência do olhar público e empresarial, que já coloriu de vermelho as contas do coletivo algumas ocasiões desde que ele se emancipou e adquiriu casa própria.

Hoje, em março de 2010, o Núcleo do Dirceu pode finalmente dizer que respira ares mais leves. O Núcleo soma a si, o fomento de três esferas. Governo do Estado do Piauí, Ministério da Cultura e Petrobrás, investem uma base inédita. A possibilidade de um coletivo de artistas sustentar-se exclusivamente por pela realização do seu trabalho toma contornos mais fortes. Mantendo a escolha por um modelo de organização não hierárquico, e um posicionamento político que permuta trabalho na comunidade do bairro Dirceu com desenvolvimento aberto de seus artistas integrantes.

Arte contemporânea não entrega uma resposta ao público em sua resolução. Fita-o pelo colarinho e o agarra pela mão, oferecendo um processo de pensar no existir. Cada homem-personagem tem suas dúvidas e agonias e felicidades individuais. Se conhecer a si mesmo é um pontapé necessário para conhecer ao próximo, contribuindo assim, melhor com a sociedade, esse é um dos valores do Núcleo do Dirceu.

...but now we are doin' fine.

Que é o suficiente para vida em um espaço que supera dificuldades, e que hoje tem como maior empecilho em abrir suas portas, uma falta de graxa desgraçada no portão do galpão que fica no número 3228 da rua Jaime Fortes. A tempestade abranda no início do mês de chuvas. Em Teresina, Piauí, Brasil.

Texto: Igor Prado
Fotos: Valério Araújo

Terça-feira, Março 09, 2010

3 perceptos

A medida que o tempo vai passando fica mais difícil a relação com minhas obras. já se criou no corpo uma série de códigos na qualidade de movimento e no modo de me dar com o espaço. Passo a especular bastante sobre qualquer coisa que experimentei e no instante em que experimento, e minha cabeça vai se enchendo de informação e ao mesmo tempo se confundindo.

Para 3 falta 1 é dentro de mim um panorama de tudo que aconteceu comigo em relação a dança. Procuro agora encontrar algo que nunca apareceu, perceber tudo que muda a todo tempo, me apropriar da situação pra muda-la. fazer do corpo um elemento modificador que que nunca fica parado, está sempre se transformando.

"Percebo o mundo como se estivesse la fora. a percepção me atinge como um percepto. ( percepto: aquilo que vem de fora e é colhido pela percepção.) este percepto será traduzido pelo meu equipamento perceptivo como percipuum( percipuum: é o percepto dentro do corpo, o exterior ao corpo agora encarnado, agora transformado em corpo). Prosseguido por uma trilha de traduções dentro do celebro, este percipuum, mais adiante, toma forma de um juízo de percepçao. ( juízo de percepção é o percipuum transformado, pronto pra ser devolvido ao fora, onde ploriferam os perceptos).

(Helena katz, UM, DOIS, TRÊS. a dança é o pensamento do corpo).


É! Muita coisa pra descobrir e trabalhar. para 3 falta 1 está sendo o que pode ser nesse momento. Tecnologia precária, dança contemporânea na periferia, games, particularidade de cada um que forma o trio, etc. actualmente temos Elielson Pacheco como um olhar externo, como filtro. Enfim, amadurecendo e nos amadurecendo, a miséria ainda é uma realidade e o não
entendimento comigo me motiva.


César Costa

Tunando as notícias

Marque com sinceridade de Jesus Cristo Nosso Senhor Salvador o que incomoda mais ao assistir um noticiário:


( ) A burocracia jornalística.
( ) A burocracia dos políticos.
( ) A burocracia das burocracias das burocracias.
( ) ZZZZZzzzzzzZZZZZzzzzZZZZZZ
( ) (Estou babando sob meu controle remoto e sonhando com Ilhas Salomão, drinques e Iates)

Se alguma das opções acima contemplou você, ó amigo, segue em link a solução. Um coletivo de artistas norte-americanos viu nos noticiários uma possibilidade de fuçar com música, videografismo, chacota e sarcasmo. O resultado é um dos trecos audiovisuais mais bem bolados dos últimos tempos. Fodido. Com vocês, 'Auto-tune the news':


Igor Prado

Pontos + Internet - Pra que a nossa soma são dê em reticências


Algumas das falas do Teia Piauí 2010, que aconteceu nos últimos dias 4, 5 e 6 deste mês de março, me ajudou a arrancar dos editais e releases, uma perspectiva diferente pro desenvolvimento do trabalho como Ponto e Pontão de Cultura que vai ser realizado nos anos que seguem.

Acho que o primeiro ponto positivo foi entender detalhes de como pode ser construída a relação entre o Ponto e o Pontão. Ou melhor e - paralelo ao que o Pontão já prevê -, como o Núcleo do Dirceu pode estar aberto para trocas de experiências e orientações para os aproximadamente 112 Pontos destrinchados por todo o Piauí. Nada de surpreendente se fincarmos que a natureza da relação do trabalho é essencialmente colaborativa. Mas então onde está o 'novo'?

Fácil apontar que na mesa de apresentação de propostas do Pontões, as palavras sobre as adversidades 'bônus' que o Washington Gabriel 'WG' reservou, mataram a pau a questão que fecha o último parágrafo. As aspas de WG, representante de Preto Goez Vive, apontam que maiores desafios e tropeços de todos os Pontos estão na parte prática da execução dos trabalhos.
Improvisação e criatividade são então bons curativos pra pequenas falhas e contigências e aparecem em um processo bem costurado e pensado. O prático nunca é igual o teórico. O real é sempre além do planejamento.

Tendo em vista isso, cabe lembrar das palavras da Tarciana Portela, da Regional Nordeste do Ministério da Cultura, que bateu 'Novas Mídias' um campo frutífero e vastissimo que pode ser aproveitado pelos pontos. Discurso que acabou antecedendo as falas do Marcelo Evelin que tanto puxaram os presentes para um convite aberto para consumir o blog e o novo site do Núcleo do Dirceu (que logo sai oficialmente).


Investir em internet é essencial. Os caminhos que a mescla de audio, imagem, texto e interatividade podem levar uma produção artística e pedagógica são infinitos. Mas ok, é indiscutível dizer que a verba do Ponto não é suficiente pra colocar grana na criação de um site para os 112. Mas existem possibilidades baratas, quando não, gratuitas. As básicas, mesmo. Emails, mensageiros instantâneos (msn, yahoo messenger) e criação de blog nas plataformas gratuitas (blogspot e wordpress). É tudo muito intuitivo, fácil de usar. E válido.

Mesmo pra quem não trabalha com uma proposta que tenha um conceito criado PARA internet, ela funcionando na comunicação entre os Pontos é um dos caminhos mais rápidos e práticos para que os pequenos grandes obstáculos diários sejam resolvidos. Em outra ponta, ela também é crucial para servir de histórico do trabalho que está sendo realizado. Uma janela para sociedade, e um grande portifólio para angariar novas formas de manter o trabalho.

Acho que esse post se resume a uma pequena (grande) mensagem de apoio a todo mundo que vai se dedicar esse ano, com suas particularidades e missões específicas, a fazer um trabalho artístico e social no estado. De ponto em ponto, de Ponto para Ponto. Estou e estamos aí, a disposição.

ps: É trivial, mas espero que tenha servido a você, leitor e membro de algum Ponto.
ps2: + sobre a TEIA 2010 aqui , aqui e aqui também.
Igor Prado

Qualquer coisa, sempre, email-me: igorprado1@hotmail.com

Segunda-feira, Março 08, 2010

Kathryn Bigelow


A primeira mulher a ganhar o Oscar no Gremi como melhor diretora, concorrendo contra homens como James Cameron(seu ex-marido). Na entrevista para cerimônia, Cameron elogiou a ex-mulher e concorrente, com quem ele fez vários filmes. “Eu enalteci suas virtudes para o mundo e apoiei como diretora. Ficaria tremendamente orgulhoso se ela vencesse.”

Kathryn Bigelou emocionada com sua vitória fala de como se sentiu após ter ganhado o prêmio.
“É o momento da minha vida. Quero dedicar o prêmio aos homens e mulheres que arriscaram suas vidas na guerra.” O filme Guerra ao Terror foi o grande vencedor nessas categorias: melhor filme, melhor direção, roteiro original, mixagem de som e edição de som.

Esse filme mostra a vida de soldados americanos do esquadrão antibombas no Iraque e teve um orçamento estimado em 11 milhões de dólares. Terminou a noite como o grande vencedor da noite, com seis estatuetas, até porque ganhou também o prêmio de melhor longa-metragem, batendo o filme Avatar, a maior bilheteria da história do cinema, com orçamento de 500 milhões de dólares. Foi o contrário do filme que ela, Kathryn, dirigiu que obteve menos bilheteria e conseguiu ganhar como melhor filme.

O que mais me deixa feliz por essa conquista é que aconteceu bem próximo do dia das mulheres isso me deixa mais do que honrada em postar algo sobre essa vitória.
Parabéns para todas as Mulheres!

Cleyd silva

Sábado, Março 06, 2010

akabi ou a dança dos sapatos bizarros

Matadouro fashion week end.

A corrida em círculos ainda é um desconhecido. Um freestyle de sensações que embora repetidas, renovadas.O músculo do coração tremeu a primeira vez com a máscara do gato...dizia pra mim : Tu vai encarar?!? Aí véi...deu não! Troquei pela máscara do Santo, lutador, que é bem mais fácil respirar.Era só o começo da corrida, foram nos 5 min do primeiro tempo, e ainda tinham 50 min pela frente.Essa corrida é uma luta!
Me parece também que a roupa fala por ela própria. O Jesus. O Che. A paisagem paradisiaca na camisa de botão...O Jesus e O Che tem algo em comum. O Romantismo, a via-Sacra e o Matadouro no final.Um crivado de bala. O outro de chibatadas, cusparadas, e cutiladas de lança.Mortes ambas politicas. Cada uma delas gerou uma religião.
A burca é mais forte que a morte, e também mais coerente...desde que entendo a morte como uma mulher bonita e suada a querer me dar de mamar, me adormecer e não mais acordar pra fazer café, correr atrás da grana, cozinhar e dormir de novo esperando o proximo despertar pra vida acordada ( Waking life! alguém já viu esse filme?).Ela me é mais clara como imagem de morte. Tá ligado?! O macacão de nazi não poderia ser pior se tivesse o emblema da SS no peito. È pesado, sufocante,confortável e a prova de fogo...è uma prisão dessas que existem aqui no Brasil. Constrange mas dá pra viver muito bem lá dentro.É a prisão do Arruda.
O pink street style roscharch é leve e cínico.That is a super hero. De moto e usando capacete pra roubar a casa lotérica da esquina...mas é um herói dicotomico e duplo, pois o dinheiro da loteria pode ser pra comprar o leite do menino ou pra comprar carro pra praticar um sequestro relâmpago. Foda é a prisão dele, que é contrária a do Arruda .E tem outra, se tu notar tambem tá nos comics books do Alan Moore, salvando e matando ao mesmo tempo. O cazumbá de terno é nada mais que um Cazumbá de terno. É um cazumbá de terno. E é aquilo que realmente é um Cazumbá de terno. As máscaras. Mexicanas, astecas ou incas ( seja lá o que for ). Os diabos de lã e o bigodinho e as de luta livre com corações na orelha se tornaram terremoto...associação fraquinha essa minha né? Só 5.8 na escala Richter. Cueca enfiada na bunda é o cú mordendo o osso. cachorro buchechudo sem dentes. Surrealismo-imagético-porno-político-sacana. No final não sei se igualar todo mundo vestido, ou se é essa caótica profusão de jeitos de vestir e fazer a roupa falar que define como o corpo nu se mostra vestido quando não está vestido. Na exaustão, no músculo que treme, no diafragma estendido e nas batidas cardíacas aceleradas.

Fábio Crazy da Silva

Quinta-feira, Março 04, 2010

Resultado Seleção CoLABoratório 2010



Saiu o resultado do coLABoratório!!!!

O coLABoratório 2010 encerrou suas inscrições dia 12 de fevereiro com um número total de 62 artistas inscritos: 47 para o Rio de Janeiro e 16 para Teresina. O processo seletivo consistiu em duas etapas, a primeira eliminatória, a segunda classificatória. A primeira etapa foi referente à avaliação dos formulários de inscrição (currículo + questionário) e do material audiovisual. Foram pré-selecionados 18 artistas para o Rio de Janeiro e 13 artistas para Teresina.

Na segunda etapa os artistas pré-selecionados participaram de uma entrevista com uma banca especializada. O comitê avaliador que compôs a banca é formado por Eduardo Bonito (RJ), curador e diretor do Festival Panorama de Dança, Marcelo Evelin (PI), diretor do Núcleo de Criação do Dirceu, e Carmen Luz (RJ), diretora do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro.

Confira abaixo a lista dos artistas selecionados:

CANDIDATOS SELECIONADOS (ESTADO/ PAÍS PROCEDÊNCIA) - CIDADE COLABORATÓRIO

1. Agnaldo Martins (AM) – Rio de Janeiro
2. Cleyde Silva Pereira (PI) - Teresina
3. Clodomir Ferreira Junior (PI) - Teresina
4. Cristiane de Oliveira (MG) – Rio de Janeiro
5. Damares D’Arc (AM) – Rio de Janeiro
6. Darwin Mora (Chile) – Rio de Janeiro
7. Datan Izaká (PI) - Teresina
8. Gimena Mello (RJ) – Rio de Janeiro
9. Jacob Alves (PI) - Teresina
10. Joubert Arrais (CE) - Teresina
11. Juliana França (SP) - Teresina
12. Leo Nabuco (SP) - Teresina
13. Patricia Bárbara (RJ) – Rio de Janeiro
14. Valdemar do Santos (PI) - Teresina
15. Vandré Vitorino (RJ) – Rio de Janeiro
16. Victor D’Olive (RJ) – Rio de Janeiro